Assim, isoladas em um canto, as jujubas “assistiam” os dias passarem, mantendo-se em silêncio, apesar dos ataques e ofensas recebidos. Certo dia, a caixa foi levada para o carro, a família estava “pegando a estrada”... Presos num enorme e inesperado engarrafamento, após duas horas sob o sol “berimbalesco” da Bahia, um garoto começou a passar mal: estava lívido, suava frio... A mãe abriu nossa já conhecida caixa de primeiros socorros. Levantada a tampa, lá estavam todos de prontidão para prestar seus prestimosos serviços. Com grande estupefação, viram duas jujubas serem retiradas do pacote e dadas ao menino, que sendo diabético, naquele momento estava com hipoglicemia.
Na vida, como naquela caixinha, ninguém está aqui por acaso, cada um de nós tem a sua importância, o seu momento de fazer a diferença. Não dê ouvidos às ofensas, não se permita desestimular. Muitas vezes, por ignorância, maldade, inveja, medo... Algumas pessoas sentem-se incomodadas com o desconhecido ou, ensimesmadas pela vaidade e o orgulho, tornam-se refratárias ao novo. Faça a sua parte, siga em frente, lembre das jujubas!
Faltou citar o nome do autor: Antonio Pereira (Apon) e o site de origem: www.aponarte.com.br
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